Café da manhã

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*A performance Café da manhã foi criada especialmente para um evento de performance na galeria Outline, em Amsterdam, em 2001. Nas palavras do artista: “a ideia era criar uma momento de monotonia e cotidiano, que se desfaz quando decido fazer um movimento. A situação trabalha com a energia cósmica, do caos, onde, a partir de uma mudança, tudo se transforma”. O vídeo, gravado e editado pelo próprio artista, é parte do acervo HIPOCAMPO (versão reduzida) e foi realizado na Rijksakademie van Beeldenden Kunsten, em Amsterdam, também em 2001. A performance Café da manhã, cuja duração varia entre 10 e 20 minutos, também já foi apresentada em 2015 na exposição Cotidiano Radical, na Caixa Cultural, no Rio de Janeiro; e entre 2001 e 2005, na Paraplu Fabrik (Arnhem/Holanda), no Centro Cultural UFMG (Belo Horizonte), no CEIA (Belo Horizonte), na galeria do Coletivo Duplus (Argentina), em Durban (África do Sul), na Galeria Vermelho (São Paulo), no Museu Chácara Dona Catarina (Cataguases) e no Panorama da Arte Brasileira (MAM/São Paulo). As fotografias que integram essa publicação foram tiradas na galeria do Coletivo Duplus, por Ignacio Asparras.

Marco Paulo Rolla (São Domingos do Prata, MG, 1967) é artista multidisiplinar desde 1987, Mestre em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG e Bacharel em Artes pela mesma instituição. Foi residente na Rijksakademie van Beeldende Kunsten (Holanda), em 1998 e 1999. Desde 2001 é criador, coordenador e editor do CEIA – Centro de Experimentação e Informação de Arte (www.ceiaart.com.br). Realizou exposições individuais no Brasil, Alemanha, Argentina e Holanda. Participou de exposições coletivas no MAM do Rio de Janeiro; MAM de São Paulo; Rohrbach Zement, Alemanha; Muu Gallery, Finlândia; na Foundazione Pistoletto, Italy; no Haarlem Museum, Holanda, entre outras. Em 2010, participou da programação de performance da 29A Bienal de São Paulo. Ganhador do Premio Aquisição do Salão Nacional da FUNARTE e do Premio Edgard Gunther do MAC de São Paulo. Em 2015, integrou o grupo de performers convidados da “Terra Comunal”, de Marina Abromovic, no SESC São Paulo. Seus trabalhos encontram-se em coleções como a do MAM de São Paulo, Instituto Itaú Cultural, Museu de Arte da Pampulha, Inhotim e Dragão do Mar (Fortaleza). Desde 2009, é professor da Escola Guignard, onde criou as disciplinas de performance e é orientador e curador da Mostra Perplexa.